WP 2026-11 Site Fidelidade - Institucional - Ética e Conduta
Governo da Sociedade
Ética e Conduta
A Fidelidade mantém elevados padrões de ética e de conduta profissional, apoiados por políticas claras que orientam o comportamento de todos os colaboradores e parceiros. O Código de Conduta do Grupo estabelece valores como Respeito, Integridade, Transparência e Responsabilidade, exigindo que todos os colaboradores atuem em conformidade com as normas legais, regulamentares e éticas. As principais práticas incluem:
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O dever de todos os colaboradores evitarem conflitos de interesses, a utilização indevida de recursos ou qualquer forma de benefício pessoal indevido;
- Normas para a interação com todos os stakeholders relevantes - clientes, fornecedores ou intermediários - que exigem uma conduta profissional, justa e leal;
- Um Código de Conduta para Fornecedores, que assegura que os parceiros externos cumprem critérios sociais, éticos e ambientais, em particular no que respeita ao combate à corrupção, à integridade e às práticas de emprego justas.
Atissuborno e Anticorrupção
A Fidelidade implementou uma Política de Antissuborno e Anticorrupção, que define normas obrigatórias para a prevenção do suborno, da corrupção e de infrações relacionadas. Esta política integra o Plano de Prevenção da Corrupção e Infrações Relacionadas do Grupo. Os principais elementos incluem:
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Uma avaliação sistemática dos riscos de corrupção e de práticas associadas, bem como medidas de mitigação proativas;
- Orientações claras para que os colaboradores comuniquem suspeitas de suborno ou corrupção, assentes numa abordagem de tolerância zero face a condutas ilícitas;
- Envolvimento direto da gestão de topo na governação, assegurando supervisão, responsabilidade e acompanhamento contínuo.
Corrupção de Irregularidades
A Fidelidade estabeleceu uma Política formal de Comunicação de Irregularidades (Whistleblowing), que garante canais seguros, confidenciais e independentes para a comunicação de condutas indevidas ou irregularidades. As principais características incluem:
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Acesso ao canal por colaboradores, ex-colaboradores, fornecedores, consultores ou quaisquer outras partes interessadas com informação relevante, com possibilidade de denúncia anónima;
- Tratamento independente, imparcial e confidencial de todos os casos, desde a receção até à investigação e resolução;
- Disponibilização de múltiplos canais de comunicação - plataforma interna, endereço de e-mail dedicado e morada postal - assegurando ampla acessibilidade.
Branquamento de Capitais
A Fidelidade está fortemente comprometida com a prevenção do branqueamento de capitais, do financiamento do terrorismo, da facilitação da evasão fiscal e de qualquer outro crime financeiro, no âmbito do seu framework mais amplo de governação e conduta ética, e em alinhamento com os seus compromissos ESG. Estes esforços visam proteger acionistas, clientes, colaboradores e todos os stakeholders, contribuindo simultaneamente para a integridade e estabilidade do sistema financeiro.
Governação e Responsabilidade de Gestão
O Conselho de Administração e a gestão de topo assumem a responsabilidade final de garantir o cumprimento das normas aplicáveis de Anti-Branqueamento de Capitais e Combate ao Financiamento do Terrorismo (PBC/CFT). A função de Compliance é responsável por definir políticas, monitorizar a implementação e assegurar supervisão independente, segundo um modelo de três linhas de defesa, que garante responsabilização e clara separação de funções entre as áreas de negócio, controlo e auditoria.
Diligência devida do cliente baseada no risco
Antes de estabelecer qualquer relação de negócio, a Fidelidade aplica procedimentos de Customer Due Diligence, destinados a identificar e verificar a identidade dos clientes, beneficiários efetivos e terceiros relevantes. Medidas de Enhanced Due Diligence são aplicadas a clientes, intermediários ou operações que envolvam países de alto risco, Pessoas Politicamente Expostas (PPE) ou estruturas de propriedade complexas, seguindo uma abordagem baseada no risco, em conformidade com a regulamentação europeia e portuguesa.
Monitorização contínua e comunicação de operações suspeitas
Todas as relações de negócio estão sujeitas a monitorização contínua, com o objetivo de detetar atividades invulgares ou suspeitas. As orientações operacionais para a identificação, escalonamento e comunicação de operações suspeitas encontram-se claramente definidas no Manual de Prevenção do Branqueamento de Capitais e do Financiamento do Terrorismo (PBC/CFT) da Fidelidade, assegurando que todos os alertas relevantes são comunicados atempadamente à função de Compliance e, quando aplicável, às autoridades competentes.
Formação e Sensibilização
A Fidelidade promove uma forte cultura de compliance através de programas de formação obrigatórios e periódicos dirigidos a todos os colaboradores e intermediários. Estes programas abrangem, nomeadamente: 1. A prevenção do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo; 2. A conformidade com sanções financeiras internacionais; 3. Os procedimentos de identificação, comunicação e escalonamento de irregularidades. São ainda disponibilizadas sessões de formação específicas para colaboradores que desempenham funções sensíveis, como subscrição, sinistros e distribuição, reforçando a consciencialização para os riscos e obrigações associados.
Gestão de incidentes e medidas corretivas
Sempre que são detetadas irregularidades ou incumprimentos confirmados, são conduzidas investigações de incidentes pela função de Compliance, em articulação com as áreas de Auditoria Interna e Recursos Humanos. Sempre que aplicável, são implementadas medidas corretivas e disciplinares, sendo as lições aprendidas incorporadas na melhoria contínua dos processos.
Reporte e Transparência
O Grupo Fidelidade disponibiliza canais confidenciais de reporte (whistleblowing), que permitem aos colaboradores e parceiros comunicar, de forma protegida e anónima, preocupações relacionadas com crimes financeiros ou incumprimentos de compliance.A Fidelidade coopera com as autoridades de supervisão e judiciais, assegurando uma comunicação atempada, transparente e em conformidade com as obrigações regulamentares.
Integração ESG e Governo da Sociedade
O enquadramento de Prevenção do Branqueamento de Capitais e do Financiamento do Terrorismo (PBC/CFT) e de Prevenção do Crime Financeiro está integrado nas estruturas de ESG e de governo da sociedade da Fidelidade, reforçando a conduta ética, a transparência e a responsabilização em todas as entidades e geografias do Grupo. Através desta abordagem, a Fidelidade promove uma atuação empresarial responsável e contribui para a sustentabilidade financeira.
Conceitos-Chave
Branqueamento de Capitais
Financeamento do Terrorismo
Política de Prevenção de Branqueamento de Capitais e de combate ao Financiamento do Terrorismo
A Política de Prevenção do Branqueamento de Capitais e de Combate ao Financiamento do Terrorismo (Política PBC/CFT) estabelece os princípios, a estrutura de governação e as obrigações que orientam a abordagem da Fidelidade na prevenção e deteção do branqueamento de capitais, do financiamento do terrorismo e de outros crimes financeiros relacionados.
A presente Política tem como objetivos:
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Definir os princípios, processos e o modelo de governação para prevenir e detetar o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo, em conformidade com normas nacionais e internacionais;
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Atribuir responsabilidades claras de gestão para a supervisão do compliance no âmbito do modelo das três linhas de defesa, assegurando a responsabilização em todos os níveis;
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Estabelecer procedimentos de diligência devida baseados no risco (risk-based due diligence ) antes do início de qualquer relação, com medidas reforçadas para clientes, setores ou países de risco elevado;
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Definir orientações operacionais para a identificação, escalonamento e comunicação de operações suspeitas e atividades invulgares;
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Promover a sensibilização e a formação de todos os colaboradores e intermediários relativamente às obrigações em matéria de PBC/CFT e ao cumprimento de sanções internacionais;
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Efetuar a monitorização contínua e a revisão das relações de negócio, processos e operações existentes, com vista à deteção de potenciais irregularidades;
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Assegurar a investigação e a adoção de medidas corretivas sempre que ocorram incumprimentos ou incidentes, garantindo a remediação e a melhoria dos processos;
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Garantir o cumprimento integral da legislação aplicável, dos procedimentos internos e dos deveres de reporte às autoridades competentes.
Âmbito e aplicação
A Política abrange os conceitos fundamentais de branqueamento de capitais e de financiamento do terrorismo, o enquadramento regulamentar e legislativo aplicável, bem como os deveres e responsabilidades específicas dos colaboradores, gestores e funções de controlo em todas as empresas do Grupo. Inclui igualmente a definição dos papéis e dos mecanismos de cooperação entre as áreas operacionais, a função de Compliance, a Auditoria Interna e o Conselho de Administração.
Desenvolvida em conformidade com a regulamentação portuguesa e europeia e com normas internacionais (FATF, Diretivas PBC da União Europeia), esta Política reforça o compromisso da Fidelidade com a integridade, a conduta ética e a transparência, assegurando a integração das práticas de PBC/CFT no enquadramento de ESG e de governo da sociedade do Grupo. Através desta Política, a Fidelidade promove uma cultura de responsabilidade, vigilância e compliance, protegendo os seus stakeholders e contribuindo para a integridade do sistema financeiro.*
*A Política de Prevenção do Branqueamento de Capitais e de Combate ao Financiamento do Terrorismo é um documento central para as operações da Fidelidade e contém informações estratégicas e internas sensíveis. Por esta razão, não é divulgada na sua totalidade, estando apenas publicamente disponíveis os seus princípios-chave e orientações gerais (conforme apresentados nesta secção do website).
Impostos suportados pela Fidelidade
A Fidelidade gera principalmente lucros tributáveis nos seus segmentos de seguros, imobiliário e saúde. No negócio de seguros, a Fidelidade oferece cobertura aos segurados em troca do pagamento de prémios, sendo as principais linhas de negócio os seguros de vida e não vida. Os impostos suportados representam um custo direto para o Grupo. Os lucros decorrentes das operações de seguros, imobiliário e saúde estão sujeitos a imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas nas jurisdições em que tais lucros são obtidos. Custos adicionais decorrem de outros impostos, incluindo Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) sobre serviços adquiridos, contribuições patronais para impostos sobre salários e segurança social, impostos sobre transações financeiras, selos e outros impostos.
Impostos cobrados e entregues pela Fidelidade
Os impostos cobrados e entregues são aqueles que o Grupo é obrigado a reter ou cobrar a terceiros e, posteriormente, entregar às autoridades fiscais. As obrigações mais relevantes relacionam-se com o imposto sobre prémios de seguros das apólices adquiridas pelos segurados, bem como com os impostos sobre salários e as contribuições para a segurança social retidas relativamente aos colaboradores.
